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Via aérea e aspiração

Via aérea difícil prevista ou não prevista

Antecipação, estratégia acordada, limitação de tentativas, resgate de oxigenação e extubação planejada.

Base editorial: Miller 8ª ed. · Barash 8ª ed. · ASA Via Aérea 2022

RevisadoRisco críticoVia aérea e aspiração

Resumo prático

  • Definir dificuldade de intubação, ventilação e acesso invasivo separadamente.
  • Escolher via acordada e plano de falha antes de administrar fármacos.
  • Preservar oxigenação, pedir ajuda cedo e registrar o plano de extubação.

Por que este cenário é complexo

  • O risco resulta da interação entre antecipação, estratégia acordada, limitação de tentativas, resgate de oxigenação e extubação planejada.
  • A conduta depende da urgência, gravidade, recursos locais e experiência da equipe.

Avaliação pré-operatória

  • Confirmar diagnóstico, gravidade, estado basal, tratamento atual e eventos prévios.
  • Identificar dados faltantes que realmente mudariam a decisão e registrá-los como pendência.

Planejamento anestésico

  • Alinhar técnica, via aérea, monitorização, ventilação, hemodinâmica, analgesia e destino.
  • Preparar plano principal e alternativas para falha, deterioração e transferência.
Revisar sempre: técnica, via aérea, aspiração, monitorização, ventilação, hemodinâmica, fármacos, analgesia, posicionamento e destino.

Indução / início do procedimento

  • Realizar briefing com papéis, riscos dominantes e critérios para interromper ou mudar a estratégia.
  • Titular a técnica à reserva fisiológica e manter prontidão para resgate.

Manutenção e monitorização

  • Acompanhar tendências, antecipar transições críticas e tratar causas reversíveis.
  • Documentar mudanças relevantes, resposta e justificativa clínica.

Complicações e resgate

  • Pedir ajuda cedo, priorizar oxigenação/perfusão e tratar causas imediatamente reversíveis.
  • Usar protocolo institucional vigente quando houver terapia tempo-dependente ou dose específica.

Extubação, recuperação e destino

  • Definir critérios de extubação, recuperação, handoff e nível de cuidado.
  • Entregar passagem estruturada com riscos residuais, metas e gatilhos de reavaliação.

Checklist interativo

Checklist — Via aérea difícil prevista ou não prevista

Lista de preparação. Deve ser adaptada ao protocolo institucional e ao caso real.

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Ver cenário

Fluxo original de apoio

Algoritmo prático — Via aérea difícil prevista ou não prevista

Fluxo visual original para organizar decisões. Não substitui o algoritmo integral da diretriz nem o protocolo institucional.

  1. 1

    Reconhecer e confirmar

    Definir dificuldade de intubação, ventilação e acesso invasivo separadamente.

  2. 2

    Há instabilidade ou ameaça imediata?

    Se sim, pedir ajuda e tratar suporte vital em paralelo à investigação.

  3. 3

    Executar estratégia principal

    Escolher via acordada e plano de falha antes de administrar fármacos.

Mapa mental original

Ciclo de decisão — Via aérea difícil prevista ou não prevista

1. Antecipar

Reconhecer risco e preparar alternativas.

2. Decidir

Priorizar ameaças e objetivos fisiológicos.

3. Executar

Tratar, monitorar resposta e reavaliar.

4. Transferir

Estabilizar, documentar e fazer handoff.

Diagrama conceitual autoral. As decisões específicas permanecem vinculadas às fontes listadas e ao protocolo institucional.

Referências e validade

2 referênciasBarashASA
Todos os checklistsTodos os algoritmos

Resposta inadequada ou nova deterioração?

Rever diagnóstico, dispositivo, dose, causa mecânica e fisiológica; escalar suporte.

  • Estabilizar e transferir

    Preservar oxigenação, pedir ajuda cedo e registrar o plano de extubação. Documentar e realizar handoff estruturado.

  • Referência e ferramentas para anestesiologia.

    Plataforma de anestesiologia para consulta clínica, estudo, referência e ferramentas perioperatórias.

    Ferramenta de apoio para profissionais habilitados. As informações devem ser conferidas com referências atualizadas, protocolos institucionais e julgamento clínico. Não substitui avaliação médica individual.

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    Conteúdo clínico em revisão contínua, apoiado por Miller, Barash, guidelines e fontes regulatórias quando aplicável.

    Versão 0.1.0 · revisão contínua

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