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Revisado

Parâmetros iniciais

Ponto de partida para ventilação intraoperatória com VT por peso predito, PEEP, EtCO2 e mecânica respiratória.

Síntese revisada de Miller Anestesia e Barash Clinical Anesthesia.

Resumo prático
A ventilação intraoperatória deve começar com parâmetros seguros e ser ajustada conforme resposta clínica. Estes valores são pontos de partida para titulação, não uma prescrição fixa.

Parâmetros principais

Modo ventilatório

Volume controlado ou pressão controlada

No VC, VT tende a permanecer constante com aumento da pressão; no PC, a pressão fica limitada, mas o VT pode cair.

Volume corrente inicial

6–8 mL/kg de peso predito/ideal

Barash também cita 8 mL/kg como início apropriado na maioria dos casos e volumes menores em alguns cenários.

PEEP inicial

5 cmH2O

Ponto de partida em muitos cenários; considerar 5–10 cmH2O ou mais em laparoscopia/obesidade se tolerado.

FiO2

Titular para oxigenação adequada

Usar de forma judiciosa, especialmente em obesidade ou doença pulmonar.

Pontos clínicos
  • Volume controlado ou pressão controlada podem ser usados conforme contexto e preferência clínica.
  • Ajustar a frequência respiratória para EtCO2/PaCO2; em doença obstrutiva, preservar tempo expiratório adequado.
  • Ajustar FiO2 para oxigenação adequada, sem tratá-la como valor fixo universal.
  • Usar a relação I:E como parâmetro ajustável e prolongar a expiração quando houver obstrução ao fluxo.
  • Monitorar SpO2, EtCO2, pressões de pico e platô, complacência, VT entregue, volume minuto, alarmes e capnograma.

Fórmulas

Volume minuto

VM = VT × FR ÷ 1000

Saída: Volume minuto (L/min)

Ajustar conforme EtCO2, PaCO2 e contexto clínico.

Calculadora

Resultados de apoio; titular e interpretar no contexto clínico.

Volume minuto

— L/min

Observações clínicas
  • • Ajustar conforme mecânica, EtCO2, PaCO2, SpO2 e hemodinâmica.
Alertas
  • Não usar peso real para calcular VT em obesidade.
  • Revisar vazamento, intubação seletiva, obstrução de circuito e posição do tubo diante de alteração súbita.
  • Evitar hiperventilar paciente obstrutivo com tempo expiratório insuficiente.
  • Reavaliar após pneumoperitônio, Trendelenburg, mudança de decúbito ou ventilação monopulmonar.

Referências

2 referênciasMillerBarash
Ferramenta de apoio para profissionais habilitados. As informações devem ser conferidas com referências atualizadas, protocolos institucionais e julgamento clínico. Não substitui avaliação médica individual.

Referência e ferramentas para anestesiologia.

Plataforma de anestesiologia para consulta clínica, estudo, referência e ferramentas perioperatórias.

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Conteúdo clínico em revisão contínua, apoiado por Miller, Barash, guidelines e fontes regulatórias quando aplicável.

Versão 0.1.0 · revisão contínua

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