Toxicidade sistêmica de anestésico local — LAST | AnesBase
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Toxicidade sistêmica de anestésico local — LAST

Prevenção, reconhecimento e manejo inicial da toxicidade sistêmica por anestésico local.

Conteúdo parcialmente revisado · Data de revisão clínica pendente

Monitorização Via aérea

Auditoria de completude

85% dos critérios clínicos preenchidos

3 lacunas explícitas

Esta página permanece parcial enquanto faltarem: Data da última revisão, Responsável pela revisão, Pendências editoriais explícitas.

Resumo prático
  • Reconhecer sinais neurológicos e cardiovasculares durante ou após anestésico local.
  • Interromper injeção, chamar ajuda, priorizar oxigenação/ventilação e protocolo institucional.
  • Emulsão lipídica e adaptações de reanimação exigem protocolo validado e disponibilidade imediata.
Indicações
  • Considerar quando objetivos, território, duração e riscos forem compatíveis com a técnica.

Mapa mental da técnica

Do fundamento à recuperação

Uma leitura sequencial para conectar mecanismo, fisiologia, execução e transição sem transformar o conteúdo em receita fixa.

  1. 01 · Fundamento

    O que a técnica pretende produzir

    • Emergência neurológica/cardiovascular por exposição sistêmica; prevenção e reconhecimento precoce são centrais.
  2. 02 · Fisiologia

    O que muda no paciente

    • Bloqueio de canais em SNC e coração pode evoluir de sintomas iniciais a convulsão, arritmia e colapso.
  3. 03 · Execução

    Como a estratégia progride

    • Parar injeção, chamar ajuda, oxigenar/ventilar, controlar convulsão e acionar protocolo LAST.
  4. 04 · Transição

    Como manter, recuperar e reavaliar

    • Monitorar após estabilização e transferir para ambiente apropriado.
Princípios e objetivos
  • Emergência neurológica/cardiovascular por exposição sistêmica; prevenção e reconhecimento precoce são centrais.
Fisiologia aplicada
  • Bloqueio de canais em SNC e coração pode evoluir de sintomas iniciais a convulsão, arritmia e colapso.
Farmacologia aplicada
  • Risco depende de agente, dose, local, velocidade e paciente; tratamento segue protocolo específico.
O que esta técnica não faz
  • Ausência de pródromos não exclui colapso abrupto.
Contraindicações / cautelas
  • Reavaliar diante de contraindicações específicas, recursos insuficientes ou ausência de plano de resgate.
Pré-requisitos
  • Avaliação pré-anestésica e consentimento revisados.
  • Equipe, monitorização, equipamentos, fármacos e material de resgate disponíveis.
  • Planos de via aérea, ventilação, analgesia e recuperação definidos conforme contexto.
Preparação
  • Calcular massa total, injetar incrementalmente e manter kit/protocolo de emulsão acessível.
Execução conceitual
  • Parar injeção, chamar ajuda, oxigenar/ventilar, controlar convulsão e acionar protocolo LAST.
Passo a passo
  • Realizar conferência pré-procedimento e instalar monitorização indicada.
  • Executar a técnica de forma incremental, avaliando resposta e sinais de complicação.
  • Reavaliar eficácia, ajustar com cautela e manter plano alternativo pronto.

Resposta à suspeita de LAST

Ilustração original, esquemática e editável por chave no painel.

PararAjudaABCProtocoloDestino
Fonte: ilustração original baseada em conteúdo revisado. Status: revisão parcial. Texto alternativo: Fluxo de emergência original para interromper injeção, chamar ajuda, oxigenar, acionar protocolo e transferir.
Monitorização
  • Integrar ECG, pressão arterial e oximetria ao risco e à profundidade anestésica.
  • Considerar capnografia, temperatura, bloqueio neuromuscular e EEG processado quando aplicáveis.
Abrir Monitorização
Via aérea
  • Avaliar via aérea e definir estratégia primária e de resgate conforme profundidade e possibilidade de conversão.
Abrir Via Aérea
Ventilação
  • Avaliar necessidade de suporte ventilatório e integrar ao módulo Ventilação.
Abrir Ventilação
Drogas relacionadas
  • Consultar o módulo Drogas para indicações, doses, contraindicações e referências.
Abrir Drogas
Ajustes por contexto
  • Individualizar para obesidade, fragilidade, cardiopatia, gestação, doença pulmonar, aspiração e via aérea difícil.
Manutenção e recuperação
  • Monitorar após estabilização e transferir para ambiente apropriado.
Populações e contextos especiais
  • Gestação, baixo peso, doença cardíaca/hepática e extremos etários reduzem margem.
Complicações
  • Reconhecer instabilidade, complicações respiratórias, toxicidade, lesão, falha e recuperação inadequada conforme técnica.
Falha da técnica / resgate
  • Interromper progressão insegura e avaliar paciente, técnica, equipamento e dose acumulada.
  • Comunicar a equipe e migrar para plano alternativo preparado, registrando motivo e resposta.

Resposta à suspeita de LAST

0/8 itens marcados

Suspeita de LAST

Fluxo original de apoio; confirmar condutas com referências atuais e protocolo local.

Etapa 1

Interromper

Pare a injeção e chame ajuda.

Etapa 2

Oxigenar e ventilar

Evite hipóxia, hipercapnia e acidose; proteja a via aérea conforme necessidade.

Etapa 3

Controlar eventos

Trate convulsão e instabilidade conforme protocolo validado.

Etapa 4

Acionar protocolo

Preparar emulsão lipídica e reanimação modificada conforme referência institucional.

Etapa 5

Monitorar e transferir

Manter vigilância e destino apropriado.

Versão textual acessível
  1. 1. Interromper: Pare a injeção e chame ajuda.
  2. 2. Oxigenar e ventilar: Evite hipóxia, hipercapnia e acidose; proteja a via aérea conforme necessidade.
  3. 3. Controlar eventos: Trate convulsão e instabilidade conforme protocolo validado.
  4. 4. Acionar protocolo: Preparar emulsão lipídica e reanimação modificada conforme referência institucional.
  5. 5. Monitorar e transferir: Manter vigilância e destino apropriado.
Alertas de segurança
  • Emergência potencialmente fatal. Acione ajuda e protocolo institucional.
  • Doses de emulsão lipídica permanecem pendentes até validação explícita no projeto.
Síntese da evidência
  • ASRA e protocolos de emergência orientam emulsão e modificações de ressuscitação.
Integrações clínicas
ProtocolosDrogas anestésicasMonitorização

Referências e status editorial

4 referênciasMillerBarashMedicina de Emergência…+1
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