Indução inalatória / VIMA | AnesBase
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Indução inalatória / VIMA

Indução/manutenção inalatória, especialmente em contextos selecionados.

Conteúdo parcialmente revisado · Data de revisão clínica pendente

Monitorização Via aérea

Auditoria de completude

90% dos critérios clínicos preenchidos

2 lacunas explícitas

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Resumo prático
  • Considerar em contextos selecionados, inclusive quando preservar ventilação espontânea seja parte do plano.
  • Máscara, cooperação, vedação e transição para acesso venoso/via aérea devem ser planejadas.
Indicações
  • Considerar quando objetivos, território, duração e riscos forem compatíveis com a técnica.

Mapa mental da técnica

Do fundamento à recuperação

Uma leitura sequencial para conectar mecanismo, fisiologia, execução e transição sem transformar o conteúdo em receita fixa.

  1. 01 · Fundamento

    O que a técnica pretende produzir

    • Eleva gradualmente a pressão alveolar do agente enquanto preserva, quando possível, ventilação espontânea; não é sinônimo de via aérea garantida.
  2. 02 · Fisiologia

    O que muda no paciente

Princípios e objetivos
  • Eleva gradualmente a pressão alveolar do agente enquanto preserva, quando possível, ventilação espontânea; não é sinônimo de via aérea garantida.
Fisiologia aplicada
  • Ventilação alveolar, solubilidade, débito e vedação da máscara governam velocidade; obstrução reduz entrega e aumenta trabalho respiratório.
Contraindicações / cautelas
  • Risco de aspiração, suscetibilidade à hipertermia maligna ou baixa cooperação exigem reavaliação individual.
Pré-requisitos
  • Avaliação pré-anestésica e consentimento revisados.
  • Equipe, monitorização, equipamentos, fármacos e material de resgate disponíveis.
Preparação
  • Selecionar paciente, revisar aspiração e hipertermia maligna, checar circuito, máscara, agente, sucção e plano de via aérea.
Execução conceitual
  • Estabelecer vedação e oxigenação, aumentar agente pela estratégia escolhida, tratar obstrução e obter acesso/via aérea sem perder o plano de resgate.
Passo a passo
  • Realizar conferência pré-procedimento e instalar monitorização indicada.
  • Executar a técnica de forma incremental, avaliando resposta e sinais de complicação.
  • Reavaliar eficácia, ajustar com cautela e manter plano alternativo pronto.

Circuito anestésico

Ilustração original, esquemática e editável por chave no painel.

FGFInsp.PacienteExp.Análise
Fonte: ilustração original baseada em conteúdo revisado. Status: revisão parcial. Texto alternativo: Circuito simplificado com ramo inspiratório, paciente e ramo expiratório.
Monitorização
  • Integrar ECG, pressão arterial e oximetria ao risco e à profundidade anestésica.
  • Considerar capnografia, temperatura, bloqueio neuromuscular e EEG processado quando aplicáveis.
Abrir Monitorização
Via aérea
Ajustes por contexto
  • Individualizar para obesidade, fragilidade, cardiopatia, gestação, doença pulmonar, aspiração e via aérea difícil.
Manutenção e recuperação
  • Transicionar para manutenção e reduzir agente conforme objetivo; vigiar excitação, tosse, laringoespasmo e PONV.
Populações e contextos especiais
  • É especialmente relevante em pediatria e em cenários selecionados de ventilação espontânea; cooperação e reserva modificam a escolha.
Complicações
  • Obstrução, laringoespasmo, broncoespasmo, tosse, excitação, vômito e aspiração.
Falha da técnica / resgate
  • Interromper progressão insegura e avaliar paciente, técnica, equipamento e dose acumulada.
  • Comunicar a equipe e migrar para plano alternativo preparado, registrando motivo e resposta.
Alertas de segurança
  • Não transformar este resumo em prescrição individual.
  • Confirmar doses, contraindicações e anticoagulação nos módulos específicos e em protocolos atualizados.
Síntese da evidência
  • Miller, Barash e Côté descrevem cinética, prática pediátrica e limitações.
Integrações clínicas
Via aéreaDrogas anestésicasMonitorização

Referências e status editorial

4 referênciasMillerBarashMedicina de Emergência…+1
Ferramenta de apoio para profissionais habilitados. As informações devem ser conferidas com referências atualizadas, protocolos institucionais e julgamento clínico. Não substitui avaliação médica individual.
Ventilação alveolar, solubilidade, débito e vedação da máscara governam velocidade; obstrução reduz entrega e aumenta trabalho respiratório.
  • 03 · Execução

    Como a estratégia progride

    • Estabelecer vedação e oxigenação, aumentar agente pela estratégia escolhida, tratar obstrução e obter acesso/via aérea sem perder o plano de resgate.
  • 04 · Transição

    Como manter, recuperar e reavaliar

    • Transicionar para manutenção e reduzir agente conforme objetivo; vigiar excitação, tosse, laringoespasmo e PONV.
  • Farmacologia aplicada
    • Sevoflurano é frequentemente escolhido pela menor pungência; MAC descreve imobilidade, não velocidade de indução.
    O que esta técnica não faz
    • Preservar respiração espontânea não garante patência de via aérea nem proteção contra aspiração.
  • Planos de via aérea, ventilação, analgesia e recuperação definidos conforme contexto.
    • Avaliar via aérea e definir estratégia primária e de resgate conforme profundidade e possibilidade de conversão.
    Abrir Via Aérea
    Ventilação
    • Avaliar necessidade de suporte ventilatório e integrar ao módulo Ventilação.
    Abrir Ventilação
    Drogas relacionadas
    • Consultar o módulo Drogas para indicações, doses, contraindicações e referências.
    Abrir Drogas

    Referência e ferramentas para anestesiologia.

    Plataforma de anestesiologia para consulta clínica, estudo, referência e ferramentas perioperatórias.

    Ferramenta de apoio para profissionais habilitados. As informações devem ser conferidas com referências atualizadas, protocolos institucionais e julgamento clínico. Não substitui avaliação médica individual.

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    Conteúdo clínico em revisão contínua, apoiado por Miller, Barash, guidelines e fontes regulatórias quando aplicável.

    Versão 0.1.0 · revisão contínua

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