Técnicas em idoso/frágil | AnesBase
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Técnicas em idoso/frágil

Titulação cuidadosa, menor reserva fisiológica e prevenção de instabilidade.

Conteúdo parcialmente revisado · Data de revisão clínica pendente

Monitorização Via aérea

Auditoria de completude

90% dos critérios clínicos preenchidos

2 lacunas explícitas

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Resumo prático
  • Definir objetivo clínico, profundidade e estratégia de resgate antes de iniciar.
  • Titular a técnica conforme paciente, procedimento, resposta clínica e monitorização.
  • Documentar execução, intercorrências, transição e plano de recuperação.
Indicações
  • Considerar quando objetivos, território, duração e riscos forem compatíveis com a técnica.

Mapa mental da técnica

Do fundamento à recuperação

Uma leitura sequencial para conectar mecanismo, fisiologia, execução e transição sem transformar o conteúdo em receita fixa.

  1. 01 · Fundamento

    O que a técnica pretende produzir

    • Reserva e vulnerabilidade, não idade isolada, orientam titulação, monitorização e recuperação.
  2. 02 · Fisiologia

    O que muda no paciente

    • Resposta barorreflexa, reserva renal/hepática e termorregulação podem estar reduzidas.
  3. 03 · Execução

    Como a estratégia progride

    • Titular incrementalmente e prevenir hipotensão, hipotermia e profundidade excessiva.
  4. 04 · Transição

    Como manter, recuperar e reavaliar

    • Reavaliar cognição, dor, mobilidade e destino.
Princípios e objetivos
  • Reserva e vulnerabilidade, não idade isolada, orientam titulação, monitorização e recuperação.
Fisiologia aplicada
  • Resposta barorreflexa, reserva renal/hepática e termorregulação podem estar reduzidas.
Farmacologia aplicada
  • Sensibilidade e clearance mudam por fármaco; não aplicar redução percentual universal.
O que esta técnica não faz
  • Idade cronológica não substitui avaliação funcional.
Contraindicações / cautelas
  • Reavaliar diante de contraindicações específicas, recursos insuficientes ou ausência de plano de resgate.
Pré-requisitos
  • Avaliação pré-anestésica e consentimento revisados.
  • Equipe, monitorização, equipamentos, fármacos e material de resgate disponíveis.
  • Planos de via aérea, ventilação, analgesia e recuperação definidos conforme contexto.
Preparação
  • Avaliar cognição, função, fragilidade, medicações, delirium e metas.
Execução conceitual
  • Titular incrementalmente e prevenir hipotensão, hipotermia e profundidade excessiva.
Passo a passo
  • Realizar conferência pré-procedimento e instalar monitorização indicada.
  • Executar a técnica de forma incremental, avaliando resposta e sinais de complicação.
  • Reavaliar eficácia, ajustar com cautela e manter plano alternativo pronto.
Monitorização
  • Integrar ECG, pressão arterial e oximetria ao risco e à profundidade anestésica.
  • Considerar capnografia, temperatura, bloqueio neuromuscular e EEG processado quando aplicáveis.
Abrir Monitorização
Via aérea
  • Avaliar via aérea e definir estratégia primária e de resgate conforme profundidade e possibilidade de conversão.
Abrir Via Aérea
Ventilação
  • Avaliar necessidade de suporte ventilatório e integrar ao módulo Ventilação.
Abrir Ventilação
Drogas relacionadas
  • Consultar o módulo Drogas para indicações, doses, contraindicações e referências.
Abrir Drogas
Ajustes por contexto
  • Titular lentamente e reavaliar necessidade farmacológica.
  • Priorizar prevenção de hipotensão, hipotermia, dor e recuperação prolongada.
Manutenção e recuperação
  • Reavaliar cognição, dor, mobilidade e destino.
Populações e contextos especiais
  • Demência, sarcopenia e polifarmácia exigem comunicação e dose específicas.
Complicações
  • Reconhecer instabilidade, complicações respiratórias, toxicidade, lesão, falha e recuperação inadequada conforme técnica.
Falha da técnica / resgate
  • Interromper progressão insegura e avaliar paciente, técnica, equipamento e dose acumulada.
  • Comunicar a equipe e migrar para plano alternativo preparado, registrando motivo e resposta.
Alertas de segurança
  • Não transformar este resumo em prescrição individual.
  • Confirmar doses, contraindicações e anticoagulação nos módulos específicos e em protocolos atualizados.
Síntese da evidência
  • Literatura geriátrica sustenta avaliação de fragilidade e prevenção multifatorial de delirium.
Integrações clínicas
Drogas anestésicasMonitorizaçãoProtocolos

Referências e status editorial

4 referênciasMillerBarashMedicina de Emergência…+1
Ferramenta de apoio para profissionais habilitados. As informações devem ser conferidas com referências atualizadas, protocolos institucionais e julgamento clínico. Não substitui avaliação médica individual.

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Versão 0.1.0 · revisão contínua

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