Condução
O impulso percorre a fibra.
A forma não ionizada atravessa a membrana; a forma protonada acessa o canal pelo lado intracelular e reduz a propagação do potencial de ação.
Drogas · Farmacologia regional
Da concentração em % à massa total, com leitura por agente, via, formulação e contexto clínico.
Anestésicos locais bloqueiam a condução nervosa, mas não são intercambiáveis. Potência, início, duração, metabolismo, formulação, vascularidade do local e exposição cumulativa modificam eficácia e toxicidade.
8
agentes no banco
9
limites contextuais
Lidocaína consolidada em uma entidade; rotas e usos continuam separados.
Mecanismo
Uma sequência visual curta conecta o mecanismo publicado à matemática usada logo abaixo.
Ir para conteúdoCondução
A forma não ionizada atravessa a membrana; a forma protonada acessa o canal pelo lado intracelular e reduz a propagação do potencial de ação.
Canal de sódio
Fibras pequenas e descarga repetitiva tendem a ser afetadas antes.
Bloqueio
pKa, pH tecidual, ligação proteica e lipossolubilidade ajudam a explicar início, potência e duração.
Aplicação
A calculadora liga concentração, volume, massa total e peso sem ocultar a unidade usada em cada etapa.
Em 30 segundos
Concentração, volume e soma de todas as aplicações precisam ser lidos juntos.
Mecanismo
A forma não ionizada atravessa a membrana; a forma protonada acessa o canal pelo lado intracelular e reduz a propagação do potencial de ação.
Estrutura
Amidas dependem principalmente de metabolismo hepático; ésteres sofrem hidrólise por esterases plasmáticas em graus próprios de cada agente.
Farmacodinâmica
Concentração, dose, local, comprimento exposto do nervo e características do agente modulam densidade e duração.
Adjuvante
Vasoconstrição pode reduzir absorção sistêmica e prolongar alguns bloqueios, mas o efeito depende do agente, local, técnica e paciente.
Emergência
Toxicidade sistêmica pode ocorrer logo após injeção intravascular ou mais tarde após absorção, inclusive sem pródromos clássicos.
Coração
Bupivacaína tem associação importante com arritmia e colapso refratário; ropivacaína e levobupivacaína apresentam margem cardiovascular relativamente maior em evidência comparativa.
Toxicidade específica
O metabólito o-toluidina pode oxidar hemoglobina; risco cresce com dose/exposição e suscetibilidade do paciente.
Aplicações separadas, massa cumulativa por agente e limites somente quando o contexto é selecionado.
Toxicidade pode ser aditiva. Totais de agentes diferentes permanecem separados; não existe soma percentual universal validada. Um limite de bula não autoriza a dose.
Fonte: banco clínico
Anestésico local amida
Alta potência e cardiotoxicidade clinicamente importante, sobretudo em exposição intravascular.
Anestésico local éster
A formulação espinal sem conservante não é intercambiável com frascos rotulados “não para uso espinal”.
Anestésico local amida
Enantiômero S da bupivacaína; menor toxicidade relativa não equivale a ausência de cardiotoxicidade.
Anestésico local amida
Uma única entidade reúne uso local, neuroaxial, tópico, antiarrítmico e adjuvante IV; as doses permanecem separadas por via.
Anestésico local amida
Absorção e limite dependem do local; a bula consultada não autoriza um teto universal para todo paciente.
Anestésico local amida
Metemoglobinemia é a toxicidade diferencial e deve ser separada de LAST.
Anestésico local amida
Enantiômero S com margem cardiovascular relativamente maior que bupivacaína, sem eliminar LAST.
Anestésico local éster
Uso espinal e tópico exigem formulações próprias; o rótulo histórico consultado tem situação regulatória específica.
Comparação farmacológica
Modo crise
A ASRA informa que o checklist está em revisão, com atualização esperada para 2027. Esta versão identifica explicitamente a edição de 2020.
Paciente > 70 kg
Paciente < 70 kg
Dose máxima de emulsão lipídica: 12 mL/kg.
Referências da seção
Números permanecem ligados à fonte, formulação e jurisdição. Ausência de limite estruturado significa que a interface não calcula percentual de máximo.